A violinista que encantou o mundo

– Macho, daqui a trinta anos, você prefere dizer para os teus netos que você foi ou não foi para o show dela?

– Estou calculando aqui se daqui a trinta anos eu já vou ter netos (risos)

Este diálogo realmente aconteceu. Os personagens são eu e um amigo da faculdade, chamado Nicolas. Só para constar, sou eu quem calculou a probabilidade de ter netos em trinta anos. Acho improvável, mas filhos é quase certo.

Mas esta postagem não é sobre minha vida futura. É sobre a artista em questão no diálogo: Lindsey Stirling. Esta postagem especial é dedicada à ela. Talvez você não saiba quem seja Lindsey Stirling. Não se sinta mal com isso. Mas só digo uma coisa: se você não sabe quem ela é, deveria saber. Seja este ou não o caso, senta que lá vem história. No final, talvez, você se sinta inspirado, como eu um dia estive.

A jornada de Zi-Zi

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Lindsey Stirling nasceu em 21 de Setembro de 1986 (e portanto hoje completa o vigésimo nono dia de seu nome) em Santa Ana, Califórnia. Cresceu em uma família mórmon e, segundo seu relato pessoal, sua família enfrentou dificuldades financeiras durante toda sua infância. Entretanto, ela ressalta que não trocaria seus humildes primeiros anos de vida por qualquer outra coisa.

Seus pais sempre gostaram de música. Nesta entrevista, ela conta que possuíam apenas um toca-discos e ela e seus irmãos se divertiam e dançavam pela casa ao som de clássicos como Beethoven e Mozart. Eles também levavam os filhos para assistirem concertos gratuitos no parque e foi lá que ela se encantou com o violino. Aos cinco anos, ela começou a implorar aos pais para ter aulas de violino, mas devido à suas condições financeiras, só poderiam pagar por um professor que ministrasse metade das aulas. Quase todos negaram, alegando que nenhuma criança iria aprender violino com apenas 15 minutos de aulas por semana. Mesmo assim, conseguiram achar uma professora que aceitasse.

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Cuidado para não se apaixonar muito rsrs

Ainda na infância, Lindsey fez suas primeiras apresentações, nas quais tocava violino clássico. Como ela conta nesta entrevista, ela costumava ficar nervosa durante as apresentações, mesmo para uma pequena audiência. Aos dezesseis anos, ainda no colegialela e alguns amigos formaram uma banda de rock, chamada Stomp on Melvin, na qual ela tocava violino elétrico. Foi a primeira vez que ela tentou algo diferente de música clássica. E não é que deu certo? Devido à originalidade de sua música e sua individualidade, Lindsey impressionou os jurados do Gilbert’s Junior Miss e levou para casa o prêmio de Arizona’s Junior Miss de 2005, aos 18 anos.

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Lindsey tocando ‘Take Flight’ na própria cerimônia de graduação. Ela se graduou em psicologia recreativa pela BYU

O caminho para o sucesso estava começando a ser trilhado. Mas antes, ela precisava enfrentar um grande medo: o medo da rejeição.

A bailarina de porcelana

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Quem disse que não é possível unir dança e violino?

Desde que era criança eu sempre quis poder dançar, mas meu pais diziam: “você pode escolher violino ou dança, mas não pode tentar os dois”. Escolhi violino. Então, isso é tipo uma realização. É engraçado dizer, mas é algo que sempre quis fazer.

Lindsey Stirling

Assim como os pais de Lindsey, a maioria das pessoas diria que é impossível conciliar violino e dança – pelo menos ao mesmo tempo. Para nossa felicidade, elas estavam enganadas. Seria esse seu estilo único e sua performance original que impressionariam os jurados do America’s Got Talent, anos depois. Ela só não esperava que fosse sofrer com a terrível rejeição. Mas sua história de superação não começou lá. Antes de enfrentar o monstro exterior, ela precisou vencer um monstro interior: anorexia.

Eu usei uma bailarina em uma caixinha de música. Ela estava presa nesta perfeita casca de porcelana, mas isso a mantinha salva e protegida. Sua pele de porcelana é como um símbolo desta imagem rígida de perfeição… Ela não pode se mover ou expressar emoções. Isso é como eu me sentia. Eu me tornei esta pessoa que nem mesmo sabia quem era porque eu estava consumida com a perfeição. Meu mundo se tornou frio e cinza.

Lindsey, sobre a metáfora da bailarina de porcelana.

Lindsey descobriu seu distúrbio alimentar enquanto trabalhava em um centro de tratamento para garotas problemáticas. Em uma entrevista ela diz que sua música Shatter me é na verdade uma metáfora de como ela superou o distúrbio.

Ela quis expressar esse momento íntimo com sua arte e o resultado foi magnífico. Acredito que não seja fácil falar sobre algo tão pessoal abertamente, mas ela teve essa coragem:

Eu penso que muitas mulheres, e provavelmente homens, podem relatar olharem-se no espelho e se sentirem inúteis e feios. Eu queria mostrar que há esperança.

P.S.: Não que Lindsey seja feia. Muito pelo contrário ☺

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Hoje ela é de bem consigo mesma
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E ama animais

Fuja! E voe alto

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Screenshot | Take Flight

Todas as músicas da Lindsey são incríveis. É claro, como todo trabalho de todo artista, há aquelas obras que tocam mais o coração de cada um que as aprecia. Escolher a que lhe encanta mais pode ser difícil – para não dizer doloroso e injusto. Outros irão discordar, mas não se discute as coisas do coração. É muito individual. Cada uma sente diferente, vivencia diferente. Essa introdução toda é apenas para dizer que Take Flight é (após uma disputa apertada) a minha música favorita dela.

Como eu já falei, cada obra de um artista causa uma impressão diferente em cada apreciador. Nem sempre esta impressão é a que o artista quis passar, porque o que o artista vivenciou é diferente do que os outros vivenciaram. É isso que nos torna únicos e humanos. Eu tinha minha impressão particular de Take Flight. É uma música especial para mim, porque ela me inspira. Eu, como escritor, já a escrevi vários capítulos ao som de Lindsey, mas Take Flight foi uma das únicas de suas músicas que me inspirou uma cena específica. A outra foi Crystalize.

Mas o que Take Flight significa para sua criadora? Bem, essa música é a própria expressão de sua superação.

A razão de eu a ter chamado Take Flight é porque ela trata sobre sair de uma situação que você não consegue encontrar nenhuma esperança.

Lindsey Stirling

Ela, muito provavelmente, estava se referindo ao que aconteceu quando participou do America’s Got Talent.

Em 2010, Lindey participou da quinta temporada do reality show. Assim como aconteceu quando ganhou o Arizona’s Miss Junior, ela impressionou os jurados (e o público) com seu estilo original. Foi quando ficou conhecido com “a violinista hip-hop”. Ela voou alto. Acabou chegando às quartas de final. Então cortaram suas asas e a queda foi dolorosa.

O que você faz não é suficiente para encher um teatro em Las Vegas

Sharon Osbourne, jurada do America’s Got Talent

Não que você não possua talento, mas você não é boa o suficiente para sair voando pelos ares tocando violino ao mesmo tempo

Piers Morgan, outro jurado

Quando você entrar em uma competição, você deve estar preparado para a derrota. Isso é natural, faz parte do jogo. Mas nem sempre estamos preparados para críticas muito duras. Por mais que haja algo de verdadeiro nelas, por mais que sejam críticas construtivas mal medidas, não é fácil. Após o acontecido, Lindsey considerou desistir da carreira artística. Para nossa sorte, ela reconsiderou e encontrou a força e sabedoria necessárias para seguir em frente.

Fiquei devastada com o resultado. Foi doloroso e um pouco humilhante. No entanto, eu tive que reaprender de onde tirar minhas forças.

Lindsey Stirling

Ela descobriu de onde retirar a força para prosseguir: dentro de si mesma. Nesta entrevista, ela diz:

Eu aprendi que você não pode deixar o mundo te dizer quem você é (…) Aprendi a ser eu mesma e não deixar a opinião de outras pessoas me derrubar

Afinal, quem precisa de America’s Got Talent quando você já tem um brilho próprio?

Muitas pessoas já me disseram que o meu estilo e a música que eu faço não venderia. Mas a única razão pela qual eu fiz sucesso é porque eu permaneci fiel a mim mesma.

E nós agradecemos por isso.

Lindsey deu a volta por cima. Lançou um canal no YouTube e seus vídeos começaram a fazer sucesso. Por causa de seu estilo único. Por causa de seu talento natural. E ela provou que Piers Morgan estava errado.

Além do véu da fama

A primeira vez que ouvi falar de Lindsey Stirling foi em 2013. Estava procurando alguns vídeos sobre Skyrim no YouTube e me deparei com este:

Simplesmente incrível, mas bem… Não dei muita importância no começo. Algumas semanas depois, estava sem fazer nada e lembrei daquela violinista que fez um cover legal da música do Skyrim. Procurei pelos seus outros vídeos. E me apaixonei. Ela acabara de ganhar um novo fã.

Ela tinha (ainda tem) muitos fãs brasileiros. E sempre falava o quanto amava seus fãs no Brasil. Lindsey fazia turnê em vários países, já visitou vários deles… Mas nunca vinha para o Brasil.

Por isso, quando ela anunciou que iria fazer um show nas terras tupiniquins, os fãs comemoraram muito. E eu fiquei naquela dúvida. Na época eu morava no Ceará, e ela só faria shows no Rio, Sampa e PoA.  Eu não sabia se teria dinheiro suficiente para ir ao show. Mas eu tinha que ter uma história para contar aos meus netos. Meu amigo Nicolas me emprestou o dinheiro (para o ingresso, pelo menos; mas sou grato para o resto de minha vida à ele por isso). Deu a louca e comprei logo um pacote Meet&Greet. Afinal, a história deveria ser épica e nada mais épico que conhecê-la pessoalmente, além de ser um grande sonho. A própria Lindsey me ensinou que não devemos desistir de nossos sonhos.

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Como não se encantar com seu belos olhos?
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Ou com seu legítimo senso de humor?

Passagem comprada, pousada reservada, ingresso na mão. Embarquei para a cidade maravilhosa.

A pousada era na Barra da Tijuca, pois o show seria no CityBank Hall. Eu já conhecia o Rio antes, pois passara dois meses fazendo um curso no ano anterior. Desembarquei, peguei o táxi e fui. Aí começou a parte boa da história, aquela que prenderia a atenção dos meus netos.

Não havia percebido que a pousada ficava em uma ilha. Era preciso pegar umas balsas para chegar até lá. Tudo bem. Perguntei a um dos barqueiros pela pousada e ele, bastante solícito, me respondeu que bastava pegar tal barca – e apontou para uma embarcação qualquer. Peguei a tal balsa e o barqueiro me disse que a minha parada era a última – e cobrou mais caro por isso. Desci em uma das ilhotas. Perguntei a uma moradora pela pousada. “Nunca ouvi falar” foi a resposta. Foi aí que comecei a ficar preocupado.

Resolvi voltar e pegar outra balsa. Assim como a nobre moradora da ilhota, o segundo barqueiro não tinha conhecimento da existência da tal pousada. Por sorte eu ainda tinha o e-mail de confirmarão da reserva e lá havia um número de telefone. Disquei, na esperança de que não fosse um número inexistente. Não era, graças a Odin!

Após meio minuto de conversa com o dono, descobri em qual ilha deveria desembarcar. Assim o fiz, mas desci do lado errado da ilhota. Acompanhei uma nobre senhora que afirmava saber onde era a tal pousada. Andamos por algumas vielas e alamedas, e por fim descobrimos que ela de fato não sabia. Já era por volta de nove horas da noite e eu estava em pé, na frente de um portão de uma vila, sem saber o que fazer. Liguei novamente para o dono e este me orientou a ficar em determinado cruzamento. Ele mandaria uma funcionária me buscar. Fiquei lá esperando, sentado perto de uma barraquinha de cachorro-quente.

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Lindsey Stirling está segurando um coala. Seu argumento é inválido.

A funcionária apareceu e então nos encaminhamos até a pousada. Esta ficava dentro de uma vila e, segundo ela, pouca gente conhecia mesmo. Nem deu para notar. Atravessamos um quintal bem simplório, com umas estátuas de uns duendes. Quando entrei na casa, fechei a porta que dava para a varanda. Foi então que a funcionária disparou a seguinte pérola:

–Em geral nós deixamos esta porta aberta. Mas é até bom fechar, por causa do gambá.

Ah, tá! Eu pensei.

Fui para o meu quarto, chequei as redes sociais. Desci para um bar na esquina e comi qualquer coisa. Quando voltei, cai na cama e adormeci, pensando no gambá.

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Além de talentosa, é de bem com a vida. E da zoeira.

Tomei o café da manhã, que classificaria como simpático e agradável. Passei o resto da manhã me preparando psicologicamente para o tão esperado show. Estava apreensivo. A ideia de ver a Lindsey de perto era emocionante. Nunca fui uma pessoa que gostasse de shows. Não é meu estilo. Mas Lindsey merecia essa exceção. Então arrumei minhas coisas e sai. Almocei no shopping e depois fiquei matando tempo na Livraria Cultura. Como sempre, sai dela com um livro a mais e dinheiro de menos. O show era às 21h, mas eu deveria chegar antes, por causa do Meet&Greet.

Cheguei ao CityBank Hall. Encontrei uma galera que já estava por lá. Conversamos, tiramos umas fotos e assinamos uma bandeira, a qual daríamos de presente para Lindsey. É claro, eu também tinha meu presente especial. Entregaria umas garrafinhas de areia, feitas artesanalmente. Um souvinir comum lá para as bandas de minha terra.

Finalmente chegou a hora do Meet&Greet. Estávamos todos ansiosos. A emoção era grande, o coração acelerado, mas leve.

– Acho que vou esquecer todos os meus cinco semestre de inglês, quando chegar a hora – eu comentei com o cara ao meu lado.

– Eu também – Ele respondeu.

Felizmente, eu não esqueci. O inglês estava bom, mesmo assim a emoção e o curto espaço de tempo só permitiram trocar algumas palavras. Meio minuto (talvez menos) de conversa, mas foi o suficiente.

– I’ve brought a gift for you – eu disse. Mostrei as garrafinhas de areia – They’re sand bottles. These two are key rings and this one is a magnet.

Eu quase disse “They’re blue, like your eyes”. Não disse. Deveria ter dito.

– Oh, it’s so sweet! Thank you! – ela respondeu.

Aquilo já valeu meu dia. Ou noite. Lindsey é uma pessoa simples e humilde, mas que transborda magnetismo. A simpatia em pessoa. Engraçada e de bem com a vida. Quem a vê assim nem imagina pelo que ela teve que passar. Um exemplo a ser seguido.

Seguimos para o Q&A. Como muitos com alma de escritor, sou uma pessoa tímida. Quis fazer uma pergunta, mas me contive. Alguém perguntou a mesma coisa antes. Mas sem problemas. Eu já havia ganho o dia, nada mais importava. Alguém perguntou o que ela diria se reencontrasse os jurados do AGT. Sua resposta foi simples, mas certamente expressava todo que sentia:

– Ahá! – Ela gritou, com toda convicção.

O show foi espetacular. Emocionante não é a palavra correta para descrevê-lo. Havia uma vibração singular, uma energia diferente. Vê-la tocar de perto é impressionante. Um dos pontos altos foi quando entregaram a bandeira com as assinaturas. Outro foi quando ela autografou o violino de uma garota. Ou quando ela voltou, após o show ter supostamente acabado, para tocar mais uma música.

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Lindsey segurando a bandeira com as assinaturas | Show no Rio de Janeiro | Crédito ao proprietário

Fiquei chateado por que ela não tocou “Take Flight”, mas todo o resto certamente mais que compensou. Aquela foi ‘A Noite’. Estava tão feliz que o deixei quase 10 reais troco para o taxista, na volta. Nada mais importava naquele dia.

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Lindsey e eu 😀

Se há algo há reclamar daquele fim de semana, foi o gambá. Ele não deu o ar da graça, o que foi um tanto desapontador.

Epílogo

Um dos males que atinge tanto um escritor quanto um matemático (e sou os dois, mão necessariamente nesta ordem) é viver com a cabeça nas nuvens. Nosso pensamento constantemente voa e foge do mundo real para o mundo das ideias, no qual ansiamos encontrar a inspiração. O navio que pegamos para o mundo das ideias varia de pessoa para pessoa, mas eu, assim como muito, nos deixamos levar pela música.

Pois bem, esta eu caminhando calmamente pelo campus da universidade, indo em direção ao departamento de matemática. Naqueles dias eu estive pensando muito na história que estava escrevendo e a qual estava estagnada. Havia chegado a um bloqueio criativo e não sabia como prosseguir. Coisas normais na vida de um escritor (ou matemático). Naquele momento, porém, eu não estava pensando em nada disto. Estava apenas apreciando a música que tocava nos fones. Era, é claro, a playlist da Lindsey Stirling.

Começou a tocar Take Flight (já disse que ela é minha favorita?). Minha mente viajou por mundos de ideias nunca antes explorados por mim. Minha mente estava relaxada, meu espírito estava leve. Estava, em suma, curtindo a música. Então tive uma visão. Uma visão simples e mágica. A visão de borboletas brilhantes como vaga-lumes voando ao redor de uma garotinha de braços abertos. Era esta a sensação que Take Flight me causava.

Quando a música acabou, eu sabia exatamente como continuar a história. Lindsey me trouxera a inspiração.

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Este sorriso pode mudar o mundo

O que faz de um artista um bom artista não é somente a grandiosidade e beleza de sua obra. A capacidade que tal obra tem de inspirar outras pessoas também conta. Mais ainda, quando a própria história de vida do artista é um exemplo de inspiração e artista e obra se confundem, então temos um grande artista. Lindsey é uma grande pessoa não somente pelo seu trabalho e talento indiscutíveis, mas porque sua história pessoal é bela e ela expressa magnificamente através de sua obra.

Quantas pessoas se deixaram levar pelos padrões frios da sociedade e renegaram sua individualidade em prol de uma suposta fama? Quantas pessoas desistiram diante primeiro ‘não’? Quantas pessoas sofreram duras críticas, tiveram seu talento questionado e voltaram atrás, abandonando seus sonhos? Lindsey Stirling é uma das provas vivas de que devemos pegar as pedras que surgem em nosso caminho e com elas construir um castelo de sonhos. Por isso – a também pelas suas músicas maravilhosas – eu a admiro tanto.

Ela é o tipo de exemplo que quero que meus netos sigam. Um dia, quem sabe, eles ouvirão meu relato ou lerão isto e também se encantarão com a beleza de um espírito sonhador e perseverante. Talvez eles não apreciem sua música, mas se isso os inspirar a perseguir seus próprios sonhos, ou construir suas próprias histórias, já terá valido à pena.

Parabéns, Lindsey! O aniversário é seu, mas é o mundo que recebe a beleza de sua alma radiante como presente.

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3 comentários sobre “A violinista que encantou o mundo

  1. Maravilhosa….Conheci a Lindsey a alguns meses e me apaixonei por seu jeito único de tocar, e de como ela expressa sua arte, misturando Música Clássica com ritmos eletrônicos, e ela parece uma boneca, quero conhece-lá pessoalmente, vai um sonhooooo!!!

    Curtido por 1 pessoa

    • Oi, Débora. Seja bem-vinda ao fã clube da Lindsey 😀 Ela é uma diva, não é mesmo? Me apaixonei pelo trabalho dela à primeira vista ❤ Nossa, conhecê-la pessoalmente é maravilhoso. Ela veio ao Brasil mês passado, mas desta vez não pude ir. Não sei quando ela virá para cá novamente, mas espero que não demore.

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