[Resenha] Ardil-22

Olá, pessoal! Hoje trago nova resenha aqui no blog. Trata-se do clássico, porém pouco conhecido, romance de Joseph Heller, Ardil 22.

Obra: Ardil-22

Autor: Joseph Heller

Editora: BestBolso

Gênero: romance satírico

Páginas: 560

ardil22

O livro é ambientado na segunda guerra, e nele acompanhamos a saga do capitão Yossarian, um bombardeador da Força Aérea Americana. Este livro consagrou o autor, Joseph Heller, e a história é inspirada livremente em sua experiência pessoal durante a guerra. A trama se desenrola, na maior parte, na ilha de Pianosa, onde se localiza o acampamento do esquadrão de Yossarian. Continuar lendo

Oscar literário 2017: premiados

Ladies and gentlemen, the Oscar goes to…

Enfim, é chegada a hora de revelarmos os vencedores dessa segunda edição do Oscar Literário aqui no blog. Lembrando que isso é uma tag criada pelo blog Sem Serifa, confiram a tag deles também. Se ainda não viu, confiram a lista com os indicados. E semana passada entrevistamos todos os cinco autores nacionais indicados. Procurem as entrevistas no blog, então bem legais 🙂

E agora, sem mais delongas, eis os grandes vencedores da noite. Continuar lendo

Oscar Literário | Entrevista: Rodrigo Assis Mesquita

Olá, pessoal! Hoje trazemos nossa última entrevista com autores nacionais, para o Oscar Literário. Com vocês, Rodrigo Assis Mesquita.

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Para começar, apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre você.

Meu nome é Rodrigo Assis Mesquita e sou adepto da pré-pós-verdade, da liberdade dentro da cabeça e do brigadeiro de colher. Escrevo principalmente ficção científica e fantasia, com contos e novelas publicados e despublicados.

Depois de um hiato de mais de uma década, voltei a escrever em 2015 inspirado pelo concurso Brasil em Prosa, da Amazon, e pela qualidade inacreditável da novela (então indie) Lobo de Rua, da Jana Pin.

Atualmente, participo do podcast Curta Ficção ao lado do Thiago Lee e da própria Jana e estou num projeto embrionário de histórias seriadas junto com outros autores e editores.

Isso tudo sem deixar de estudar escrita criativa. Continuar lendo

Oscar Literário | Entrevista: Thiago d’Evecque

Hoje trazemos nossa quarta entrevista com os indicados na categoria “Melhor autor nacional” do Oscar Literário. Conheçam o Thiago d’Evecque.

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Para começar, apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre você.

Meu nome é Thiago d’Evecque e sou escritor, jornalista, carioca e autor de Limbo e de alguns contos. Tento tocar ukulele e sou um amante das coisas refinadas da vida: chouriço, paçoca e — prepare-se — pão com requeijão e Toddy (ou Nescau, se você não tiver bom gosto). Não são coisas separadas, é tudo junto. Sim, é o que parece: eu passo requeijão no pão e salpico o Toddy, o pó, por cima.

Também sou bem estranho, como ficou claro.

Gosto de ler de tudo — de Dan Brown a Tolkien —, mas prefiro fantasia. Meus autores favoritos são Terry Pratchett e Douglas Adams e eles são os culpados diretos por eu ter começado a escrever. Nunca vou perdoá-los.

Tudo relacionado a fantasia me atrai, desde séries até videogames (atualmente jogando Disgaea 2 novamente). São fontes de inspiração e ideias inesgotáveis para mim.

Tenho um blog, o pequenosdeuses.com.br, onde falo sobre escrita, histórias, filmes e tudo mais, apesar de ninguém nunca me pedir. Sou faixa preta em procrastinação e até [continuar depois]

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Oscar Literário | Entrevista: Soraya Coelho

E eis a terceira entrevista com os indicados na categoria ‘Melhor autor nacional’ do Oscar Literário 2017. Com vocês, Soraya Coelho.

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Para começar, apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre você.

Oi pessoal! Eu sou a Soraya, uma analista de adwords que escreve e estuda sobre o mercado dos livros nas horas vagas. Sim, eu sou uma das responsáveis por aqueles anúncios que perseguem vocês, perdão! Como minha mãe era professora, cresci dentro de uma escola, então ler e escrever sempre foram coisas muito naturais para mim. Em 2015 eu conheci o Clube de Autores de Fantasia e comecei a perceber a importância da técnica e do estudo para a escrita. Desde então, estou tentando me profissionalizar, por assim dizer. Escrevi e publiquei os dois contos que estão concorrendo ao Oscar desse ano e, agora no começo de 2017, comecei um MBA para formação de Editores. Continuar lendo

Oscar Literário | Entrevista: Má Matiazi

Continuando com nossa série de entrevistas dos escritores indicados na categoria ‘Melhor autor nacional’ do Oscar Literário 2017, hoje trazemos Má Matiazi, autora de O feiticeiro.

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Para começar, apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre você.

Eu sou a Má Matiazi, que assina os livros como M. Matiazi e os documentos como Marina. Não gosto de usar meu nome sempre ou falar para qualquer pessoa, acho que é meu lado Rumpelstiltskin.

Nasci e vivo em Curitiba, tenho 31 anos e além de escrever também sou ilustradora e tenho uma banda. Antes do Feiticeiro eu lancei meu primeiro livro, locado no mesmo universo, chamado Três e ano passado me lancei como quadrinista com Morte Branca.

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[Resenha] Limbo

Olá, pessoal! Hoje trago uma resenha que já deveria ter feito há muito tempo. Trata-se da obra Limbo, do Thiago D’evecque.

 

Obra: Limbo

Autor: Thiago d’Evecque

Editora: publicação independente (ebook disponível na Amazon)

Gênero: dark fantasy

Número de páginas: 165

Sinopse:

O Limbo é para onde todas as almas vão após a morte. Além de humanos, deuses esquecidos e espíritos lendários também vagam pelo plano. Muitas almas sabem exatamente onde estão e por que; a maioria, entretanto, ainda tem a impressão de estar viva. A morte é um hábito difícil de se acostumar.

Um dos espíritos residentes no Limbo acorda sem nenhuma lembrança de sua identidade. Ele descobre que a Terra está prestes a ser destruída pelos próprios humanos e fica encarregado de enviar doze almas heroicas de volta. Elas reencarnarão no plano dos homens e tentarão reverter o quadro apocalíptico.

Contudo, poucas almas encaram o retorno com bons olhos. O espírito deve, então, forçá-las. Armado, de preferência. Assim, resolve visitar um velho amigo: Azazel, anjo ferreiro e primeiro escolhido da lista.

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A premissa do livro é bem clara. Temos o protagonista\narrador que acorda sem memória no Limbo. Apesar de não lembrar que é, ele sabe que tem uma missão: enviar de volta para a Terra 12 almas que estavam esquecidas no Limbo, na esperança de salvar a humanidade. Um a um, ele vista os escolhidos e tenta convencê-los a retornar (ou força-los a isso). A primeira vista, pode parecer algo repetitivo. E de fato, o começo é. Mas a coisa melhora a partir da quarta alma. O legal é que todas as doze almas são figuras conhecidas da cultura popular (ou pelo menos em alguma cultura; por exemplo, a segunda alma, Tomoe Gozen é uma guerreira lendária japonesa). Cada uma das almas tinha uma característica prezada pelo narrador, que, na sua visão, seria útil para a salvação da humanidade. Continuar lendo