Indicação da semana | [Música] Mazzy Star

Resolvi criar uma nova coluna aqui no blog, a fim de aumentar a frequência das publicações. A partir de hoje, todo domingo teremos a Indicação da semana. A ideia é recomendar, toda semana, alguma coisa. Vale qualquer coisa: música, filme, livro, série, anime, HQ, mangá, blog, vídeo, documentário, etc. A ideia surgiu de uma ideia antiga que tentei por em prática no blog, mas não vingou: a Newsletter. Dava muito trabalho escrevê-la toda semana. Porém, uma simples indicação é algo rápido e simples.

Portanto, sem mais delongas, vamos à sugestão desta semana.

Abrindo com chave de esta coluna, temos a banda de rock alternativo Mazzy Star. Ela foi fundada em 1989, em Santa Monica, California. Segundo a Wikipedia, o estilo da banda varia entre folk, dream pop e neo-psicodelia. Não importa os rótulos, o fato é que eu gosto do estilo deles. E, principalmente, da voz da vocalista, Hope Sandoval. É um das mais belas vozes que já ouvi. Recomendo os álbuns So tonight that I might see e Among my swan. Continuar lendo

Anúncios

Fulano & seus sicranos

Escolher o nome de uma banda deve ser um dos maiores desafios para quem está querendo montar uma. O nome é seu cartão de visitas, e como tal deve ser interessante, chamar a atenção de alguma forma. Dar nomes de bandas é uma arte. E, como toda arte, ela tem seus padrões e vertentes.

Um desses padrões é o que eu apelidei de Fulano & seus sicranos. Talvez isso toque uma campanha em sua cabeça. Talvez você lembre de uma banda de rock brasileira chamada Renato e seus Blue Caps. Originalmente essa banda se chamava Bacaninhas do Rock da Piedade, mas alguém, muito sabiamente, sugeriu mudar para Renato e seus Blue Caps. O nome é inspirado na grupo Gene Vincent and the Blue Caps, cujos sucessos incluem Be-Bop-A-Lula, Unchained melody e Over the rainbow.

É claro que essas não são as únicas bandas cujo nome segue este paradigma “líder do grupo” + “algo inusitado\curioso”. Eis uma seleção de alguns grupos musicais com este padrão.

Mike and The Mechanics

É uma banda de pop rock inglesa fundada em 1985 por Mike Rutherford (guitarrista da banda Genesis). Emplacaram o hit Over my shoulder em 1994. Se você nunca ouviu essa baladinha dançante você não vive na Terra.

KC and The Sunshine Band Continuar lendo

[Newsletter] #03 – Lost, easter eggs, Star Wars e um desafio

Ponto de Acumulação

(de ideias, fatos e pensamentos)

 

O que repousa na sombra da estátua? (ou porque resolvi me tornar escritor)

Todo viciado possui sua droga de entrada. Aquela que lhe introduziu no mundo dos vícios. Não importa qual seja o vício, é certo que houve o primeiro. No caso do meu vício em séries de TV, minha porta de entrada foi Lost. E foi por causa deste seriado que resolvi me tornar escritor.

Lost não é a melhor série que já foi produzida. Mas ela foi um grande marco. Pioneira. Merece algum crédito. Seu problema é que os roteiristas se perderam (sim, o trocadilho foi intencional; sim, foi um trocadilho ruim). Mas apesar dos pesares, eu gostei. Não direi que não gostei do final, mas ao contrário de muita gente com quem conversei, ele pareceu bem claro para mim.

O motivo para eu apreciar tanto esta série é certamente o mesmo de ela ter feito tanto sucesso. É o fato de a trama ser recheada de mistérios. Mistérios atiçam a curiosidade. Atiçaram a minha. Atiçaram a milhões de fãs mundo a fora. Queríamos saber o que vinha depois; queríamos entender que p&@* estava acontecendo naquela ilha. Simples assim. Os caras sabiam como prender nossa atenção. Os fãs eram tão obcecados com a trama que discutiam teorias em fóruns na internet. (Eu era mais o cara que lia as teorias, mas tudo bem.) Continuar lendo

[Newsletter] #02 – True Detective, conhecimento matemático e primos gêmeos

Olá, pessoal. Hoje trago a segunda Newsletter do blog. Não está tão completa e diversificada como a primeira, mas é porque tive pouco tempo para prepará-la. Mas espero que gostem.

Ponto de Acumulação

(de ideias, fatos e pensamentos)

The light is winning

A internet aqui em casa está indo de mal a pior. De vez em quando ela me deixa na mão. Agora que ela está caindo com mais frequência, resolvi fazer algo útil quando isso acontece. Portanto estou reassistindo  esta que é sem sombra de dúvidas umas das melhores obras-primas produzida pela humanidade. Estou falando, é claro, de True Detective. Tenho a primeira temporada ainda no meu note 🙂

True-Detective-wallpapers-4.jpg

Se você ainda não viu essa série, recomendo que veja logo. É simplesmente fantástica. Não é, certamente, uma série família. Pelo contrário, a história é crua, fria, sombria, e está cagando para a moral e os bons costumes da família tradicional brasileira. É uma série que choca e incomoda. Porém, mais que isso, é uma série para fazer refletir sobre a natureza humana. Assista com a mente aberta e livre de preconceitos. São abordados temas delicados como religião, paganismo, pedofilia, adultério, prostituição e insanidade. É uma história forte e complexa, mas poética.

Mas apesar de tudo, lembre-se de, na próxima vez que você contemplar o céu noturno, não focar sua atenção na escuridão dele e dizer que ela está vencendo. Observe bem as estrelas cintilantes e sua luz. No início havia apenas apenas escuridão. Agora temos as estrelas cintilantes. Ao que parece, a luz está vencendo. Continuar lendo

[Newsletter] #01 – Watchmen, Hunter x Hunter e o último teorema de Fermat

Olá, pessoal! Esta última semana foi bem tensa para mim, devido a duas listas que tinha que entregar (para quem não sabe, eu faço doutorado em matemática). Na verdade, creio que este semestre inteiro será difícil (até mesmo minhas leituras estão comprometidas, o que significa menos resenhas).

Pensado em um meio de não deixar o blog morrer e inspirado nas versões do Rodrigo e do Thiago, resolvi criar minha própria newsletter. Ou pelo menos, algo similar a uma. Tentarei fazer postagens semanais com pequenos textos curtos (ou não) sobre assuntos diversos. A ideia é seguir a filosofia do blog, ou seja, falar sobre quase tudo, especialmente cultura pop (e matemática).

Essa postagem funcionará mais como uma versão beta da coisa. Diferentemente das versões de meus colegas escritores e blogueiros, não irei pedir para se inscreverem na minha newsletter, nem pedirei seu e-mail ou algo do gênero. A princípio. Com o tempo, observando o andar da carruagem, veremos isso. Continuar lendo

A Feira de Jyrió

Olá, pessoal! Faz algum tempo que não posto nada no blog. Para mantê-lo ativo, resolvi postar algumas coisas do livro que estou escrevendo. Sim, para quem não sabe, estou escrevendo um livro, e se tudo der certo pretendo publicá-lo ano que vem. Chama-se “As Crônicas de Erys”.  Eu disponibilizo alguns capítulos para degustação no Wattpad.

O poema abaixo é uma antiga canção na mitologia do clã da Lua, um dos treze clãs humanos que habitam Erys. Chama-se a “A Feira de Jyrió” e conta a história de um jovem cavaleiro que se apaixonou por uma violinista que conheceu na famosa Feira de  Jyrió, o maior mercado à céu aberto do continente Niith. Espero que gostem. Continuar lendo

A violinista que encantou o mundo

– Macho, daqui a trinta anos, você prefere dizer para os teus netos que você foi ou não foi para o show dela?

– Estou calculando aqui se daqui a trinta anos eu já vou ter netos (risos)

Este diálogo realmente aconteceu. Os personagens são eu e um amigo da faculdade, chamado Nicolas. Só para constar, sou eu quem calculou a probabilidade de ter netos em trinta anos. Acho improvável, mas filhos é quase certo.

Mas esta postagem não é sobre minha vida futura. É sobre a artista em questão no diálogo: Lindsey Stirling. Esta postagem especial é dedicada à ela. Talvez você não saiba quem seja Lindsey Stirling. Não se sinta mal com isso. Mas só digo uma coisa: se você não sabe quem ela é, deveria saber. Seja este ou não o caso, senta que lá vem história. No final, talvez, você se sinta inspirado, como eu um dia estive.

Continuar lendo