12 livros para 2017

Olá, pessoal! Este é provavelmente a última postagem do ano, e como tal, gostaria de fazer algo especial. Vi muita gente por aí em blogs e vlogs fazendo listas de leituras para o ano que entra. Resolvi aderir à brincadeira. E vou responder a uma tag específica, qual seja, um livro para cada mês.

Bem, a lista segue logo abaixo. Antes, algumas observações: não necessariamente eu vou cumprir essa meta, mas acho que vai dar. Estou prevendo um ano mais calmo, agora que passei nos exames de doutorado e estou prestes a terminar de escrever meu livro. Segundo, não necessariamente eu lerei na ordem apresentada, porque, sabe como é, às vezes a gente quer simplesmente passar um livro na frente. Terceiro, estes não são os únicos que pretendo ler ano que vem, mas falemos disso no final. Quarto: todos estes são livros que eu já comprei e estou devendo ler. Quinto: sim, a lista tem muitos livros de fantasia\ficção científica, talvez pelo ponto quatro. Mas também porque, como autor de fantasia, esse é o tipo de livro que devo focar, pelo menos por enquanto. Mas tentei diversificar o máximo que pude. E tentei intercalar livros nacionais e estrangeiros.

Obs.: Não farei lista de melhores ou piores do ano. Não agora. Para isso, existe a tag Oscar Literário. Ou seja, em fevereiro teremos esta lista. Confira como foi a tag este ano aqui.

Sem mais delongas, eis a lista: Continuar lendo

Anúncios

[Newsletter] #03 – Lost, easter eggs, Star Wars e um desafio

Ponto de Acumulação

(de ideias, fatos e pensamentos)

 

O que repousa na sombra da estátua? (ou porque resolvi me tornar escritor)

Todo viciado possui sua droga de entrada. Aquela que lhe introduziu no mundo dos vícios. Não importa qual seja o vício, é certo que houve o primeiro. No caso do meu vício em séries de TV, minha porta de entrada foi Lost. E foi por causa deste seriado que resolvi me tornar escritor.

Lost não é a melhor série que já foi produzida. Mas ela foi um grande marco. Pioneira. Merece algum crédito. Seu problema é que os roteiristas se perderam (sim, o trocadilho foi intencional; sim, foi um trocadilho ruim). Mas apesar dos pesares, eu gostei. Não direi que não gostei do final, mas ao contrário de muita gente com quem conversei, ele pareceu bem claro para mim.

O motivo para eu apreciar tanto esta série é certamente o mesmo de ela ter feito tanto sucesso. É o fato de a trama ser recheada de mistérios. Mistérios atiçam a curiosidade. Atiçaram a minha. Atiçaram a milhões de fãs mundo a fora. Queríamos saber o que vinha depois; queríamos entender que p&@* estava acontecendo naquela ilha. Simples assim. Os caras sabiam como prender nossa atenção. Os fãs eram tão obcecados com a trama que discutiam teorias em fóruns na internet. (Eu era mais o cara que lia as teorias, mas tudo bem.) Continuar lendo