[Newsletter] #03 – Lost, easter eggs, Star Wars e um desafio

Ponto de Acumulação

(de ideias, fatos e pensamentos)

 

O que repousa na sombra da estátua? (ou porque resolvi me tornar escritor)

Todo viciado possui sua droga de entrada. Aquela que lhe introduziu no mundo dos vícios. Não importa qual seja o vício, é certo que houve o primeiro. No caso do meu vício em séries de TV, minha porta de entrada foi Lost. E foi por causa deste seriado que resolvi me tornar escritor.

Lost não é a melhor série que já foi produzida. Mas ela foi um grande marco. Pioneira. Merece algum crédito. Seu problema é que os roteiristas se perderam (sim, o trocadilho foi intencional; sim, foi um trocadilho ruim). Mas apesar dos pesares, eu gostei. Não direi que não gostei do final, mas ao contrário de muita gente com quem conversei, ele pareceu bem claro para mim.

O motivo para eu apreciar tanto esta série é certamente o mesmo de ela ter feito tanto sucesso. É o fato de a trama ser recheada de mistérios. Mistérios atiçam a curiosidade. Atiçaram a minha. Atiçaram a milhões de fãs mundo a fora. Queríamos saber o que vinha depois; queríamos entender que p&@* estava acontecendo naquela ilha. Simples assim. Os caras sabiam como prender nossa atenção. Os fãs eram tão obcecados com a trama que discutiam teorias em fóruns na internet. (Eu era mais o cara que lia as teorias, mas tudo bem.) Continuar lendo

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A grande lição de ‘Back to the Future’

Para a decepção geral, Marty McFly não aterrissou seu DeLorean hoje às 16h29.

Mas falando sério agora. De Volta para o Futuro foi um marco na história do cinema. Gerações se deleitaram e se divertiram assistindo as aventuras de Marty McFly e Dr. Emmett Brown através da névoa do tempo. BTTF é um ícone da cultura pop, um clássico da Sessão da Tarde,  e certamente será ainda lembrado pelos próximos trinta anos. Eu já assisti cada uma dos três filmes pelo menos umas vinte vezes. Em VHS.

 

Eu poderia falar muito aqui sobre essa obra prima, mas não quero me alongar. Ademais, estou atrasado e ainda não tenho minha própria máquina do tempo. Este texto é apenas para destacar a grande lição que BTTT nos deixou. Nosso futuro ainda não foi escrito, como Dr. Emmett Brown enfatizou no final do terceiro filme: