[Filmes] 7 indicações disponíveis na Netflix

Bem, acho que o título já deixa bem claro o tema da postagem. Não é preciso dizer que os filmes estavam disponíveis no dia em que esta publicação foi escrita. Sabe-se lá até quando estarão no catálogo da Netflix, mas fica a dica de qualquer jeito.

Um comentário sobre as notas: são as mesmas notas que dei no Filmow, que vai de 0,5 estrela até 5 estrelas. Talvez você se surpreenda com o fato de na lista ter filmes com no máximo 4 estrelas. É que sou chato com esse lance de notas. Acredite, 4 estrelas é um filme muito bom. 4,5 e 5 são apenas para obras-primas (como, por exemplo, A lista de Schindler, clássico também disponível na Netflix, que não está nessa lista porque você provavelmente já assistiu).

Então, sem mais delongas, eis as sete indicações de hoje. Continuar lendo

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[Resenha] Laranja Mecânica

Hoje trago uma resenha de um clássico: Laranja Mecânica. Não assisti ao filme do Kubrick (mas o farei em breve), então esta resenha será livre de comparações e vícios.

 

Obra: Laranja mecânica

Autor: Anthony Burgess

Editora: Aleph

Gênero: Distopia

Número de páginas: 224

images.livrariasaraiva.com.br

 

Mais do que uma história pontuada pela violência exacerbada, Laranja mecânica é uma obra reflexiva. O tema central do livro é como colocar as teorias do Behaviorismo em prática. Alex, nosso narrador e protagonista, é uma cobaia de um experimento cujo propósito é a correção de comportamento violento a partir de estímulos. Mas então fica reflexão: ao sermos privados do direito de escolher fazer o bem ou o mal, ainda somos humanos? Afinal, seria o livre-arbítrio o que nos define? Continuar lendo

[Resenha] Ardil-22

Olá, pessoal! Hoje trago nova resenha aqui no blog. Trata-se do clássico, porém pouco conhecido, romance de Joseph Heller, Ardil 22.

Obra: Ardil-22

Autor: Joseph Heller

Editora: BestBolso

Gênero: romance satírico

Páginas: 560

ardil22

O livro é ambientado na segunda guerra, e nele acompanhamos a saga do capitão Yossarian, um bombardeador da Força Aérea Americana. Este livro consagrou o autor, Joseph Heller, e a história é inspirada livremente em sua experiência pessoal durante a guerra. A trama se desenrola, na maior parte, na ilha de Pianosa, onde se localiza o acampamento do esquadrão de Yossarian. Continuar lendo

Sobre a Arte da Escrita | Diálogos: como eles podem enriquecer seu texto

Resolvi criar uma coluna sobre dicas de escrita aqui no blog. Não que isso vá se tornar algo rotineiro (afinal, o que é rotineiro aqui neste blog semi-abandonado pelo blogueiro?). Talvez essa coluna nem passe desta postagem. Só sei que toda vez que eu tiver algo que julgar relevante para falar sobre o assunto, talvez eu fale (o fator preguiça também entra nessa equação).

Talvez você esteja perguntando com que propriedade eu falo sobre esse assunto. Em outras palavras: quem sou eu na fila do pão literário? Quase ninguém, para falar a verdade. Minhas credenciais nesse tópico resumem-se a minha experiência como leitor\aspirante a cinéfilo, alguma experiência com escrita (que não passa de uns poucos contos e um romance ainda não publicado) e uma dose de bom senso. Mas aprendi uma coisa ou outra sobre escrita enquanto estudava para finalizar meu romance. Espero que baste. Feito este disclaimer, podemos prosseguir.

Meu objetivo é tentar te convencer de como diálogos pode ser um recurso literário muito útil e, se usados de maneira inteligente, como tornam o texto mais rico. Eu, como escritor, gosto muito de utilizá-los. Meu texto é praticamente só isso. Bem, é coisa de estilo. Diálogos são a alma do texto. Se eu conseguir te convencer disso no final desta postagem, terei cumprido minha missão.

Vamos pensar assim: qual o objetivo de um livro? Contar uma história. Sim, mas não somente isso. A trama não é tudo em um romance. Um bom livro tem personagens cativantes, que devem ser construídos de maneira inteligente. Um bom livro não subestima seu leitor, dando todas as informações de mão beijada: ele tem subtexto, mensagens nas entrelinhas, temas sendo explorados. Alguns diriam que um bom livro faz mais uso de ‘show’ em vez de ‘tell’ ou não enche o saco do leitor com infodumps. Tomemos isso como premissa, para não ofender os mais sensíveis. Enfim, um bom livro tem tudo isso. E existem várias formas de se trabalhar esses elementos. Não tecerei comentários sobre todas essas maneiras. Veremos como fazer tudo isso utilizando um bom diálogo. Continuar lendo

Oscar literário 2017: premiados

Ladies and gentlemen, the Oscar goes to…

Enfim, é chegada a hora de revelarmos os vencedores dessa segunda edição do Oscar Literário aqui no blog. Lembrando que isso é uma tag criada pelo blog Sem Serifa, confiram a tag deles também. Se ainda não viu, confiram a lista com os indicados. E semana passada entrevistamos todos os cinco autores nacionais indicados. Procurem as entrevistas no blog, então bem legais 🙂

E agora, sem mais delongas, eis os grandes vencedores da noite. Continuar lendo

Indicação da semana | [Filme] Deus da carnificina

Continuando a coluna na qual eu indicarei livros, filmes, músicas ou qualquer outra coisa que achar interessante, hoje falarei sobre Deus da carnificina.

Título: Deus da carnificina (Original: Carnage)

Diretor: Roman Polanski

Gênero: drama\comédia

Ano: 2011

Duração: 80 min

carnage_poster

Este é um filme baseado na peça de teatro Le Dieu du carnage (“O deus da carnificina”) da roteirista e atriz francesa Yasmina Reza. A adaptação ficou por conta do diretor Roman Polanski (O bebê de Rosemary, O pianista, Chinatown) e conta com um elenco de peso, como é possível ver no poster acima. Continuar lendo

Indicação da semana | [Música] Mazzy Star

Resolvi criar uma nova coluna aqui no blog, a fim de aumentar a frequência das publicações. A partir de hoje, todo domingo teremos a Indicação da semana. A ideia é recomendar, toda semana, alguma coisa. Vale qualquer coisa: música, filme, livro, série, anime, HQ, mangá, blog, vídeo, documentário, etc. A ideia surgiu de uma ideia antiga que tentei por em prática no blog, mas não vingou: a Newsletter. Dava muito trabalho escrevê-la toda semana. Porém, uma simples indicação é algo rápido e simples.

Portanto, sem mais delongas, vamos à sugestão desta semana.

Abrindo com chave de esta coluna, temos a banda de rock alternativo Mazzy Star. Ela foi fundada em 1989, em Santa Monica, California. Segundo a Wikipedia, o estilo da banda varia entre folk, dream pop e neo-psicodelia. Não importa os rótulos, o fato é que eu gosto do estilo deles. E, principalmente, da voz da vocalista, Hope Sandoval. É um das mais belas vozes que já ouvi. Recomendo os álbuns So tonight that I might see e Among my swan. Continuar lendo