Indicação da semana | [Música] Mazzy Star

Resolvi criar uma nova coluna aqui no blog, a fim de aumentar a frequência das publicações. A partir de hoje, todo domingo teremos a Indicação da semana. A ideia é recomendar, toda semana, alguma coisa. Vale qualquer coisa: música, filme, livro, série, anime, HQ, mangá, blog, vídeo, documentário, etc. A ideia surgiu de uma ideia antiga que tentei por em prática no blog, mas não vingou: a Newsletter. Dava muito trabalho escrevê-la toda semana. Porém, uma simples indicação é algo rápido e simples.

Portanto, sem mais delongas, vamos à sugestão desta semana.

Abrindo com chave de esta coluna, temos a banda de rock alternativo Mazzy Star. Ela foi fundada em 1989, em Santa Monica, California. Segundo a Wikipedia, o estilo da banda varia entre folk, dream pop e neo-psicodelia. Não importa os rótulos, o fato é que eu gosto do estilo deles. E, principalmente, da voz da vocalista, Hope Sandoval. É um das mais belas vozes que já ouvi. Recomendo os álbuns So tonight that I might see e Among my swan. Continuar lendo

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[Newsletter] #03 – Lost, easter eggs, Star Wars e um desafio

Ponto de Acumulação

(de ideias, fatos e pensamentos)

 

O que repousa na sombra da estátua? (ou porque resolvi me tornar escritor)

Todo viciado possui sua droga de entrada. Aquela que lhe introduziu no mundo dos vícios. Não importa qual seja o vício, é certo que houve o primeiro. No caso do meu vício em séries de TV, minha porta de entrada foi Lost. E foi por causa deste seriado que resolvi me tornar escritor.

Lost não é a melhor série que já foi produzida. Mas ela foi um grande marco. Pioneira. Merece algum crédito. Seu problema é que os roteiristas se perderam (sim, o trocadilho foi intencional; sim, foi um trocadilho ruim). Mas apesar dos pesares, eu gostei. Não direi que não gostei do final, mas ao contrário de muita gente com quem conversei, ele pareceu bem claro para mim.

O motivo para eu apreciar tanto esta série é certamente o mesmo de ela ter feito tanto sucesso. É o fato de a trama ser recheada de mistérios. Mistérios atiçam a curiosidade. Atiçaram a minha. Atiçaram a milhões de fãs mundo a fora. Queríamos saber o que vinha depois; queríamos entender que p&@* estava acontecendo naquela ilha. Simples assim. Os caras sabiam como prender nossa atenção. Os fãs eram tão obcecados com a trama que discutiam teorias em fóruns na internet. (Eu era mais o cara que lia as teorias, mas tudo bem.) Continuar lendo